Apple lança aplicativo específico para podcasts

Nota

Alô podcasters e ouvintes de podcasts: A Apple lança aplicativo específico para podcasts, que hoje estão como categoria no iTunes e passam a ser independentes. Vejam mais no jornal gringo USA Today (em inglês): http://usat.ly/Mz4xkd

Aliás, fiquem espertos que o PodSecret – o podcast de sexo do A Vida Secreta, voltará em muito breve.

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PodSecret – O PodCast do A Vida Secreta, no ar

Desencantou. Finalmente eu e a B. gravamos a primeira edição do PodSecret, que como todo o A Vida Secreta, trata de sexualidade, sensualidade de forma desencanada e libertária, mas sem cair vulgaridade (ao menos, não muita, hehehe) e ligando a temas como propaganda, design, arte e mais.

A edição 00 é sobre música e sexo e tem uma trilha sonora bacana:

  • Gerador Zero vs Beatles
  • Pink Floyd
  • Madonna
  • Nine Inch Nails
  • Morcheeba
  • Tim Maia
  • Maria Rita
  • Chico Buarque e Elza Soares
  • Bloodhound Gang
  • Joe Cocker
  • Rammstein

Vai lá e “orva”: www.avidasecreta.com.br/podsecret-00-o-podcast-da-vida-secreta/

Post-It: Educação, aprendizado, internet e as redes

O Gilberto Alves Jr. (Desta.ca) e o Marcos Gomes (BooBox) estão fazendo um podcast chamado Tá Ligado. Na
edição 02, convidaram a Lúcia Freitas (LadyBugBrazil), do , para um bate papo sobre a educação, aprendizado, internet e as diversas redes sociais e informativas (e não estamos falando de tecnologia ao dizer redes).

Acho de extrema importância quando falam do modelo atual de ensino. Um trecho do artigo “Fotos digitais no celular, de bolso, Pierre Lévy e democracia” que publiquei no site Outrolado e aqui no Post-Its, explica porquê:

Pierre Lévy, no livro Inteligência Coletiva(***), defende a busca por novas formas de comunicação e interação entre os indivíduos – partindo do princípio de distribuição em rede e através do ciberspaço – que constituiria um cenário multimidiático(**) em que cada ser contribuiria com a criação de novos signos, novas linguagens, aumentando o saber coletivo e diminuindo a importância de “gurus” em diversos assuntos, pois todos seriam capazes de se expressar e compartilhar com o mundo, deixando de ser julgado ou filtrado por uma entidade superior (como uma organização, um crítico especializado , um “ser mais iluminado” ou “gabaritado”) e passando a ser julgado pelo coletivo.

Se liga lá, tá ligado?

http://taligado.w2br.com/2008/edicao-02-sobre-aprendizado-com-lucia-freitas

Fotos digitais no celular, de bolso, Pierre Lévy e democracia

Fotos de Bolso - 6235 Festa da Ju Editada (thumb)No podcast PodCrer, edição 11, o Michel Lent, o Vicente Tardin (diz-se tardêin ou algo próximo disso) e o Vladimir Campos discutem sobre fotografia digital no celular. Começam considerando a baixa resolução de celular como limitador do prazer de fotografar, mas em certo ponto, comentam de fotos bacanas que fizeram e como os limites estimulam a criatividade e ajudam a criar uma nova linguagem.

Não poderia discordar que limites estimulam, afinal, o projeto Fotos de Bolso (*) é justamente a busca por uma linguagem e uma forma de vencer as limitações das câmeras em telefones celulares, e, revendo a história da fotografia, a impressão que fica é que vivemos um momento histórico ainda mais importante do que quando George Eastman começou a vender suas máquinas portáteis, no século XIX.

Serviços como blogs, fotologs ou o Flickr contam com excelentes fotos digitais registradas por fotógrafos vão de profissionais maduros a adolescentes “amadores” – lado a lado. Algumas são feitas através de câmeras SLR digitais cada vez mais potentes; porém muitas são feitas por câmeras compactas (point and shoot) ou com celulares. E ao mesmo tempo que se tem fotos trabalhadas em programas de edição de imagem – que não sem propósito são chamados laboratórios digitais – pode-se encontrar fotos belíssimas sem manipulação alguma.

Se a história é mesmo feita de cotidiano, podemos dizer que no caso da foto digital no celular – um aparelho cada vez mais barato e comum no cotidiano – a possibilidade de cada um fazer a história coletiva é muito maior.

Pierre Lévy, no livro Inteligência Coletiva(***), defende a busca por novas formas de comunicação e interação entre os indivíduos – partindo do princípio de distribuição em rede e através do ciberspaço – que constituiria um cenário multimidiático(**) em que cada ser contribuiria com a criação de novos signos, novas linguagens, aumentando o saber coletivo e diminuindo a importância de “gurus” em diversos assuntos, pois todos seriam capazes de se expressar e compartilhar com o mundo, deixando de ser julgado ou filtrado por uma entidade superior (como uma organização, um crítico especializado , um “ser mais iluminado” ou “gabaritado”) e passando a ser julgado pelo coletivo.

Democracia em tempo real, como defendeu Lévy. Parece utópico, mas também bem interessante e possível.

‘bora nessa?

* = Projeto Fotos de Bolso acessível em www.flickr.com/photos/celsobessa/sets/72157594588184373/
** = Sobre o assunto Inteligência Coletiva, além das obras de Pierre Lévy, recomenda-se a leitura dos artigos escritos por Carlos Nepumuceno no website www.webinsider.com.br
*** = Considerações semelhantes podem ser aplicadas a outras formas de expressão e comunicação, como visto em Considerações para o futuro da televisão: interação e a inteligência coletiva ( www.cybertv.blog.br/consideracoes-para-o-futuro-da-televisao-interacao-e-a-inteligencia-coletiva/)

[update]

Artigo também publicado nos sites colaborativos Outrolado e Jornal de Debates: