Vaga para designer (webdesigner) no departamento de marketing da BRQ IT Services

Update:

Senhoras e senhores que enviaram seus e-mails com currículos e portifólios. Muito obrigado.

O processo de seleção chegou ao fim e todos os que enviaram os e-mails estarão no nosso banco de currículos para futuras oportunidades.

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Aê, criançada!

Assim como no ano passado, o departamento de marketing da BRQ IT Services precisa encontrar um novo profissional para auxiliar no crescimento da empresa.

Essencialmente, precisamos de um webdesigner que também tenha experiência em material gráfico, mas está aberto a quem cursa ou cursou publicidade, editoração, design gráfico, design digital, webdesign e afins, preencha os requisitos e está a fim de ralar (e é ralar mesmo) dentro de uma empresa – não em agência.

O lance aqui não é glamour.

Requisitos da vaga – Designer (webdesigner) no marketing de empresa de tecnologia da informação

  • Conhecer XHTML, CSS e semântica;
  • Dominar ferramentas Adobe (Ilustrator, Photoshop, Flash, Dreamweaver, Acrobat), Corel e Office (principalmente PowerPoint, afinal, o mundo corporativo não sobreviver sem isso);
  • Conhecimento básico de Javascript e PHP;
  • Afinidade com marketing, negócios e comunicação em geral;
  • Boa redação e inglês técnico;
  • DIFERENCIAL: Experiência em materiais impressos;
  • DIFERENCIAL: Conhecimento da plataforma WordPress e conhecimentos básicos de SEO – Search Engine Optimization

E afinal? Qual é a dessa BRQ IT Services e porquê eu seria webdesigner no departamento de marketing?

A BRQ IT Services é uma empresa de TI – Tecnologia da Informação a atende clientes de grande porte, principalmente no setor bancário e público (há uma lista de clientes logo abaixo). Provavelmente quando você paga algum imposto ou algum serviço no banco, em algum momento essa transação passará por um sistema projetado ou executado pela empresa.

Nos últimos anos, a BRQ tem crescido através de aquisições e crescimento orgânico e só em 2008 abriu 5 novas unidades em Fortaleza, Madrid, Nova York, Recife e Salvador. Além de ter efetuado 3 aquisições.

Abaixo você encontra o Sobre a BRQ oficial e no website da empresa pode encontrar mais informações institucionais, press-releases e notícias.

Sobre a BRQ IT Services

Fundada em 1993, a BRQ IT Services é uma das principais empresas de Serviços de TI do país. Focada em integração, desenvolvimento de aplicações sob medida e outsourcing de aplicações, possui grande know-how no setor financeiro, além de ser reconhecida também em outros segmentos. Atingiu o faturamento de R$ 150 milhões em 2007, mantendo um crescimento médio superior a 40% ao ano desde a sua fundação.

A BRQ tem escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Curitiba, Brasília, Fortaleza, Salvador, Recife, Madri e New York e conta com 2.000 profissionais. Na lista de parceiros estão grandes fabricantes como IBM, Microsoft, Oracle, Adobe. Seu principal valor é a ética na relação com seus clientes e possui uma cultura de alta qualidade na entrega dos serviços. Possui clientes como: Bradesco Seguros e Previdência, Santander, Unibanco, Itaú, Citibank, HSBC, IBM, Icatu Hartford, Liberty Seguros, Pão de Açúcar, Petrobrás, Safra Nacional Bank, Sul América, dentre outros.

Como se candidatar à vaga de designer (webdesigner) no marketing BRQ IT Services?

Se você acha que tem essas características ou outras que pode ser valiosas para nós, envie seu currículo e link de portifólio para o e-mail marketingbrq{{arroba}}gmail.com e boa sorte.

‘braços

Celso Bessa

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Promoção Minha Vida Secreta e Prêmio Amigo Secreto no AVS

Promoção dois-em-um para os mais saídinhos e mais saídinhas no A Vida Secreta. Segue trecho do post da campanha.

Promoção Minha Vida Secreta AVS / Over Sexy

Para participar da promoção Minha Vida Secreta, responda, em uma frase, à pergunta: como você define a sua vida secreta?

As 3 respostas mais criativas e pertinentes, segundo o julgamento da equipe A Vida Secreta, receberão kits com produtos Over Sexy – Sex Store.

Prêmio Amigo Secreto AVS / Lelo

Além disso, os participantes da promoção Minha Vida Secreta, que sejam donos, editores ou representantes de sites ou blog (vale Twitter!) participam do Prêmio Amigo Secreto AVS /Lelo: quem enviar mais leitores para o A Vida Secreta (segundo o bom e velho Google Analytics), ganha um acessório erótico da Linha Femme ou Homme da Lelo, considerada a Apple dos equipamentos eróticos.

Clique aqui para acessar as regras completas e formulário de participação.

PS: Não estou participando, óbvio. Sou organizador.

PPS: Tem um galera confundindo frase e parágrafos na hora de mandar a resposta. Cuidado que será desclassificado o que não for uma frase.

Google Chrome e Gtalk matando Internet Explorer e MSN Messenger

Acho que não precisa muito para o IE e o MSN Messenger serem atropelados pelos produtos Google Chrome e Talk. Bastaria, além das melhorias de escopo puramente técnicas, voltadas principalmente à segurança e estabilidade dos produtos, adicionar umas poucas funcionalidades para atender usuários corporativos e domésticos.

No Google Chrome

  • Disponibilizar add-ons do Firefox/Mozilla (e talvez do IE7).
  • Integrar ao Orkut (para o público doméstico).
  • Integrar melhor ao Google Calendar, Docs, Spreadsheets e Google Talk (para o público profissional principalmente).

No Google Talk (Gtalk)

O programa já é bom.

Na sua versão oficial, já tem uma velocidade de transferência maior e mais qualidade de áudio que o Messenger, além de permitir que você escreva “bíblias” (o Messenger tem limite de caracteres) e não ter publicidade em todo canto. Na versão Labs Edition, integra-se bem ao Orkut e ao Google Calendário, embora seja mais pesado e lento. Para matar mesmo o concorrente, bastaria dois ítens:

  • Permitir conversa entre múltiplos usuários.
  • Oferecer suporte a vídeo.
  • E para chutar cachorro morto: oferecer possibilidade de enviar emoticons e winkies ridículos (mas que não seja padrão!).

Uma vida 100% Google. Alguém faz uma aposta de quando isso acontecerá?

Pertinência e relevância na mídia publicitária

Ontem vi uma nota no BlueBus sobre Mídia em Cinema, com um profissional que faz parte do grupo ” exibidores e operadores da comercializaçao” clamando por mais investimentos em publicidade em cinema e usa o argumento de que 53% da população brasileira freqüentam o cinema.

Sinceramente, acho que falta o pessoal pensar mais em pertinência e relevância, como disse Felipe Iacoca em outra nota, também no Blue Bus hoje, e um colocar um freio nessa ânsia de mídia em todo lugar, de toda forma. O Felipe coloca isso muito bem:

” Sob esta lógica, 70% assistem novela, 53% vao ao cinema, 40% usam internet e 100% declaram utilizar papel higienico, entao vamos aumentar 1000% o investimento em mídia para cobrir TODO o share. Mídia nao é só alcance, nao é nada alcance, e sim relevância e pertinencia… Midia em banheiro já existe, caixa de pizza, mas no papel higienico… Estou ligando hoje na Melhoramentos e na Kimberley para fazer uma parceria. Cada folha uma logomarca. 100% de alcance. Meu Deus!!!”

(na nota , no Blue Bus)

Spaceball Toilte Paper, no filme SOS Tem um Louco Solto no Espaço (Spaceballs)

Spaceball Toilte Paper, no filme SOS Tem um Louco Solto no Espaço (Spaceballs)

Pois é. Me lembra o SOS – Tem Um Louco Solto no Espaço (Spaceballs), que ironiza o exagero de merchandising (product placement?) de Star Wars, colocando o logo do próprio filme em todo canto, inclusive no “Papel Higiênico Oficial do Filme“.

E convenhamos, com a quantidade de propaganda antes de cada filme em certas sessões, cinema deveria tornar-se serviço público. Depois, neguinho não entende porquê marketeiro virou palavrão e porquê ganham espaço a pirataria e o download de entretenimento em canais-extra oficiais (me recuso a chamar uma pessoa física que baixa um filme para entretenimento pessoal de pirata).

Menos galera, menos.

Discutindo a eficiência da Internet no Mix de marketing

[atualizado em 03/10/2008 Às 15h58]

Meu timming foi quase perfeito. Esse post esteve aqui em draft por alguns dias e só agora há pouco finalizei.

Dai que acabei de ir ao blog do Michel Lent para mencionar o post e vi que ele fez uma palestra que justamente discute alguns pontos que coloquei nesse post, durante o Digital Age, intitulada. Aliás, a apresentação está disponível lá no Viu Isso?. Aproveitem!

 

Dias atrás perguntei no Twitter se alguém tem alguém conhecia alguma pesquisa comparando retorno de mídias on e offline. A idéia é estudar a eficiência da web em relação a outros meios de comunicação, marketing e publicidade e discutir a distorção entre investimento e resultados nessa estória.

Pois hoje eu li no Viu Isso?, do Michel Lent Schwartzmann uma pesquisa que alimenta a discussão. O post é sobre uma pesquisa da eMarketer sobre como jovens americanos conhecem novos produtos e apresenta o gráfico abaixo:

Pesquisa Emarketer Sources Used to Leearn About New Produtcs

Pesquisa Emarketer Sources Used to Leearn About New Produtcs

No gráfico, publicidade e conversar com amigos foram as formas citadas por 62% e 61%, respectivamente. Enquanto websites institucionais ou de produtos ocupam 23%, outros sites 22% e blogs 7% e em cima disso comecei a especular:

Se blogs, brand website e “others sites” recebesse o mesmo volume de investimento financeiro e atenção que publicidade tradicional, não chegaria bem perto ou ultrapassaria bem perto os “líderes” Shopping/Browsing e Advertising com uma relação custo/benefício muito maior?

Pensemos: 7% dos blogs é mais que 10% do valor percentual de propaganda (65%). Acredito que o volume investido no primeiro não chegue a 3% do que é investido no segundo.

Continuando, Brand website aparece com 22%. E por experiência própria, sei que o valor investido não chega a 5% do que normalmente é investido em propaganda. E mais, o que é investido em Other sites (consideremos de mídia social, publicidade online, sites afins, internet press releases a links em sites de parceiros e assuntos relacionados ao produto).

E especulo um pouco mais: qual o custo e qual o ROI efetivo de ações online bem posicionados e outdoores, mídia externa, TV?

E estou querendo saber de quantidade de consumidor engajado, indo à loja, comprando, número reais e relevantes (não aqueles números criados pelo David Copperfield) ou mera medição de buzz, que muitas vezes só vende ego e a própria agência em Cannes.

Exemplificando, no A Vida Secreta, de junho de 2008 para cá, ocorrerm 3 ações promocionais: 2 publieditoriais e 1 “combo” conto + reviews: Um publieditorial para a Pantene, um para um site de relacionamentos e o combo para um fabricante de acessórios eróticos. Todas as ações com boa visitação, todos com uma média razoável de tempo gasto na página (ou seja, o usuário realmente tomou conhecimento do produto) e tiveram uma taxa de conversão (pessoas indo ao site destino da campanha, a partir do post) acima de 10% no primeiro mês e 5% após isso. Com detalhe de que a ação continua enquanto o site continuar e que a pertinência da ação e adequação ao nicho do site aumenta exponencialmente a chance de atingir consumidores qualificados e interessados no produto/serviço.

gora, a pergunta: um comercial de TV na Globo (brigando com o TiVO e o Zapping), um anúncio de página dupla na Veja (concorrendo com outras 70 páginas de publicidade) ou um outdoor em ponto nobre demandam quanto de investimento e geram quanto de engajamento (e faturamento, afinal) do cliente desejado? E se compararmos o alcance dos meios? E a audiência bruta, aquele monte de gente vendo o nome de sua empresa, marca, produto ou serviço? (Aliás, o Michel questiona essa desproporção entre investimento e visibilidade em websites numa das edições do PodCrer)

E a pergunta filha: não passou da hora do mercado repensar a sua lógica e seu funcionamento?

Pensem nisso agências, produtoras e anunciantes.

‘braços

PS: onde lemos “Talking to friends” está incluso conversar através de serviços como MSN Messenger, Google Talk, Meebo e redes sociais como Orkut, LinkDin, Via6, et cetera?