Minha retrospectiva 2008 musical

Português (english version below)

Para não dizer que não faço listinhas e para publicar algo enquanto não tomo vergonha na cara e publico um texto bão.

Meu 2008 musical (as bandas e artistas que mais ouvi) em 25 linhas 26 linhas e ordem alfabética:

  • 28 Days Later Soundtrack
  • Asian Dub Foundation
  • Chemical Brothers
  • David Bowie
  • Faith no More
  • Front 242
  • Gerador Zero
  • Juno Reactor
  • Kraftwerk
  • KMFDM
  • Massive Attack
  • Nação Zumbi
  • Nativity in Black – A Tribute to Black Sabbath
  • Nina Simone
  • Nine Inch Nails
  • O Rappa
  • Pearl Jam
  • Pink Floyd
  • Radiohead
  • Rush
  • Santogold
  • System of a Down
  • The Beach Soundtrack (Trilha Sonora de A Praia)
  • The Need for Speed – Underground 2 Soundtrack
  • Tim Maia
  • TV on the Radio

E claro: Blip.fm na veia.

English (versão em português acima)

My 2008 Music Retrospective (the most played bands and artists) using 25 lines 26 lines, in alphabetical order:

  • 28 Days Later Soundtrack
  • Asian Dub Foundation
  • Chemical Brothers
  • David Bowie
  • Faith no More
  • Front 242
  • Gerador Zero
  • Juno Reactor
  • Kraftwerk
  • KMFDM
  • Massive Attack
  • Nação Zumbi
  • Nativity in Black – A Tribute to Black Sabbath
  • Nina Simone
  • Nine Inch Nails
  • O Rappa
  • Pearl Jam
  • Pink Floyd
  • Radiohead
  • Rush
  • Santogold
  • System of a Down
  • The Beach Soundtrack
  • The Need for Speed – Underground 2 Soundtrack
  • Tim Maia
  • TV on the Radio

And of course: Blip.fm .

30 dias para a Alemanha e contando

…se não sais de ti, não chegas a saber quem és … é necessário sair da ilha para ver a ilha…
(José Saramago, O Conto da Ilha Desconhecida)

Se você entrar no meu perfil, verá que está escrito Germanófilo. Aliás, está escrito em português, inglês, e alemão.

Não sei porquê e não sei quando começou essa paixão pela Alemanha.

Talvez tenha sido aquele episódio do desenho Pica-Pau “chamando o Dr. Hans Chucrute“, talvez tenha sido uma propaganda dos motores Kohlback (“coloca o língua no céu da boca e diz: kohhllllllllllback”), talvez a seleção alemã de futebol na Copa de 1986, a bandeira estilosa com aquela águia mal-encarada no meio (agora é sem a águia, que é o brasão de armas do país), o Kraftwerk, Beethoven, Bauhaus (a escola) e a história do design, aquele oba-oba todo sobre a ossada do Dr. Josef Mengele nos anos 1980 ou algo no gênero.

O fato é que sempre tive uma queda pela cultura e história alemã, pelo idioma e pela psicologia do povo alemão. Há muito quero conhecer a Alemanha e em 30 dias, estarei lá, realizando o sonho.

E as pessoas perguntam: por quê Alemanha?

A resposta mais honesta é: Ich weiss nicht! (Eu não sei!)

Já dei diversas respostas para essa pergunta, enumerando N motivos para gostar da Alemanha e provavelmente todas são verdadeiras. A mais freqüente é que acho que são povos muito diferentes, e ultrapassar as diferenças entre as pessoas e povos é um dos assuntos que mais me interessa. Mas só isso não se justifica.

De qualquer forma, pretendo descobrir mais sobre os motivos dessa paixão a partir de 26 de dezembro, quando serei o guia oficial da Ulrike – minha amiga alemã de Frisenheim e escritora do Honeymood - pelas ruas de São Paulo, dos meandros do ser paulistano e das feijoadas com caipirinhas e cerveja gelada da maior cidade brasileira. E na sequência ela será minha guia pelos caminhos da Alemanha, do povo alemão, e também dos vinhos e cervejas alemãs, afinal, além de riqueza cultural, se há algo que estes povos tão diferentes compartilham é o gosto pela boa comida e pela boa bebida.

E podem acreditar que vou brindar cada descoberta, seja gastrônomica, etílica, cultural ou pessoal.

Prost! Saúde!