Dia desses a Elisabete Cunha me perguntou por quê eu nunca coloquei um link para o blog dela. Na mesma época me questionaram o motivo de eu usar tantas tags para classificar meus posts.
A resposta, de uma forma geral, é: contexto.
Tanto para criar um post, como para inserir um link, ou decidir as tags que uso, o que me guia é o contexto. Ou contextos.
As ligações entre meu contexto pessoal, o contexto geral da blogosfera, o contexto do mundo (offline e online), tudo influencia nos assuntos que vou abordar, no como abordo o assunto ou mesmo se vou “wordpressar” ou não naquele dia. E muitas vezes, gosto de oferecer diversos contextos para uma mesma informação.
Quanto mais contextos estão ligados, mais provável de eu escrever sobre ele – pois se tornam hipercontextos. A ferramenta hipertexto só é bem aproveitada quando gera essa teia de idéias, hiperlinkadas em hipercontextos. E se um blog ou site me ajuda a explicar, contextualizar um assunto ou expressão, ou oferecer novos contextos para as idéias que apresento, muito provavelmente ele será “linkado” – se ele cair como uma luva em uma palavra, ilustrar e dar um novo sentido ao que escrevo ou oferecer novos caminhos de pensamento, mais provável ainda. E quanto mais idéias e possibilidades, mais contextos; e quanto mais contextos, mais tags.