Blip Collaborative Tales Project

[update: the Project "Home" was moved to http://bliptales.wordpress.com, all news, info and project updates will be published in there, the official Blip Collaborative Tales Project blog]

[update: new directives added - story start day and deadline]

[update: new directives added - story consolidation dates and do-not-finish rule]

[update: english music only]

Hey, Blip children.

I was thinking about doing a “Blip Collaborative Tales Project“.

A DJ blips a song and tells part of the story and indicates another Blip DJ to continue the story on it’s blip and so forth…

Blip Collaborative Tales Project Directives

  • The first story will begin to be told on Friday,  December 20th, 2008, 20h00 GMT.
  • The first story will end on Monday,  January 19th, 2009, 20h00 GMT.
  • In order to reach a broader audience and allow people with different perspectives and culture participate, the music titles and lyrics must be english written.
  • The text must be related to the song AND really connect to the previous blip/part and the whole story.
  • The DJ must choose another DJ only from the favorites list of blip_tales user.
  • The chosen DJ must contribute within 1 day. If he/she does not, the previous DJ must choose another DJ to contribute.
  • The DJ telling the story must not choose the 3 previous DJ to be the next teller.
  • Everyone must use the use this format: @blip_tales the story following the previows dj and related to the music you just blipped @thefollowingdjname
  • The blip text must be in english. Avoid using abbreviations.
  • The blips telling the story will be mixed and consolidated weekly on the Blip Tales profile, on Blip.fm: 
  • do-not-finish-it rule: posts ending the story before the last 3 days won’t be accepted. The last 3 DJs must collaborate to give a good/proper end right in the deadline date.
  • This a collaborative project. So, remember to keep the work and the story that came before you and do not make things too hard to the DJ following you. Sharing, articulation, understanding and collaboration are key points in this project.
  • All news, info and project updates will be published in the official Blip Collaborative Tales Project blog

I will be responsible for consolidate the story, weekly, by the user Blip Tales (blip_tales) and as soon as i get enough confirmations, i will start it (we already have enough participants and the story begins this friday. Check the dates above)

How to join the Blip Collaborative Tales Project

For this first phase, only invited DJs will be part of it, but, if a bliper wants to participate, he/she must blip a music with the following text:

@blip_tales application. I want to tell a story too.

The participants list will be the favorites DJs of the blip_tales user. If you not in this list, you are not accepted yet. (remember, i’m worker and student)

All said, I’m waiting for your replies and applications.

See ya, hear ya, read ya.

Celso Bessa ( http://blip.fm/CelsoBessa )

PS: Don’t you know what Blip.FM is? Take a look here and here.

Discutindo a eficiência da Internet no Mix de marketing

[atualizado em 03/10/2008 Às 15h58]

Meu timming foi quase perfeito. Esse post esteve aqui em draft por alguns dias e só agora há pouco finalizei.

Dai que acabei de ir ao blog do Michel Lent para mencionar o post e vi que ele fez uma palestra que justamente discute alguns pontos que coloquei nesse post, durante o Digital Age, intitulada. Aliás, a apresentação está disponível lá no Viu Isso?. Aproveitem!

 

Dias atrás perguntei no Twitter se alguém tem alguém conhecia alguma pesquisa comparando retorno de mídias on e offline. A idéia é estudar a eficiência da web em relação a outros meios de comunicação, marketing e publicidade e discutir a distorção entre investimento e resultados nessa estória.

Pois hoje eu li no Viu Isso?, do Michel Lent Schwartzmann uma pesquisa que alimenta a discussão. O post é sobre uma pesquisa da eMarketer sobre como jovens americanos conhecem novos produtos e apresenta o gráfico abaixo:

Pesquisa Emarketer Sources Used to Leearn About New Produtcs

Pesquisa Emarketer Sources Used to Leearn About New Produtcs

No gráfico, publicidade e conversar com amigos foram as formas citadas por 62% e 61%, respectivamente. Enquanto websites institucionais ou de produtos ocupam 23%, outros sites 22% e blogs 7% e em cima disso comecei a especular:

Se blogs, brand website e “others sites” recebesse o mesmo volume de investimento financeiro e atenção que publicidade tradicional, não chegaria bem perto ou ultrapassaria bem perto os “líderes” Shopping/Browsing e Advertising com uma relação custo/benefício muito maior?

Pensemos: 7% dos blogs é mais que 10% do valor percentual de propaganda (65%). Acredito que o volume investido no primeiro não chegue a 3% do que é investido no segundo.

Continuando, Brand website aparece com 22%. E por experiência própria, sei que o valor investido não chega a 5% do que normalmente é investido em propaganda. E mais, o que é investido em Other sites (consideremos de mídia social, publicidade online, sites afins, internet press releases a links em sites de parceiros e assuntos relacionados ao produto).

E especulo um pouco mais: qual o custo e qual o ROI efetivo de ações online bem posicionados e outdoores, mídia externa, TV?

E estou querendo saber de quantidade de consumidor engajado, indo à loja, comprando, número reais e relevantes (não aqueles números criados pelo David Copperfield) ou mera medição de buzz, que muitas vezes só vende ego e a própria agência em Cannes.

Exemplificando, no A Vida Secreta, de junho de 2008 para cá, ocorrerm 3 ações promocionais: 2 publieditoriais e 1 “combo” conto + reviews: Um publieditorial para a Pantene, um para um site de relacionamentos e o combo para um fabricante de acessórios eróticos. Todas as ações com boa visitação, todos com uma média razoável de tempo gasto na página (ou seja, o usuário realmente tomou conhecimento do produto) e tiveram uma taxa de conversão (pessoas indo ao site destino da campanha, a partir do post) acima de 10% no primeiro mês e 5% após isso. Com detalhe de que a ação continua enquanto o site continuar e que a pertinência da ação e adequação ao nicho do site aumenta exponencialmente a chance de atingir consumidores qualificados e interessados no produto/serviço.

gora, a pergunta: um comercial de TV na Globo (brigando com o TiVO e o Zapping), um anúncio de página dupla na Veja (concorrendo com outras 70 páginas de publicidade) ou um outdoor em ponto nobre demandam quanto de investimento e geram quanto de engajamento (e faturamento, afinal) do cliente desejado? E se compararmos o alcance dos meios? E a audiência bruta, aquele monte de gente vendo o nome de sua empresa, marca, produto ou serviço? (Aliás, o Michel questiona essa desproporção entre investimento e visibilidade em websites numa das edições do PodCrer)

E a pergunta filha: não passou da hora do mercado repensar a sua lógica e seu funcionamento?

Pensem nisso agências, produtoras e anunciantes.

‘braços

PS: onde lemos “Talking to friends” está incluso conversar através de serviços como MSN Messenger, Google Talk, Meebo e redes sociais como Orkut, LinkDin, Via6, et cetera?

Campanha Wii Experience Wario Land no YouTube

Depois dessa campanha do jogo Wario Land, do Nintendo Wii Experience, no YouTube, toda campanha de TV e a maioria das campanhas online foram apagadas da minha memória. Lame things…

Fala-se tanto em interação e funcionalidades de TV digital, mas na forma que é planejada e pensada hoje, jamais seria tão imersiva e adequada como essa campanha: www.youtube.com/experiencewii www.youtube.com/wariolandshakeit2008 !

Genial.

Via Brainstorm#9.

[atualizado em 23 de março de 2010]

Novo endereço do site: www.youtube.com/wariolandshakeit2008

Post-It: o Bloqueio ao Twitter Brasil e o Judiciário

De novo, o judiciário dá uma mancada e passa recibo de despreparo em relação a internet (Sim, estou generalizando): tentando bloquear o Twitter (site de microblogs), acabou determinando o bloqueio de um outro site que não tinha nada a ver com a querela, o Twitter Brasil, que apenas analisa e comenta o fenônemo de microblogs.

O Dr. Jorge Araújo, que mais uma vez parecer ser a excessão que comprova a regra, implora aos colegas magistrados por um pouco mais de bom senso, conhecimento e cuidado ao tratar de internet:

Colegas, isso não se faz…

COLEGAS JUÍZES: POR FAVOR CUIDADO AO MEXER COM A INTERNET!

Acaso não saibam, a estruturação de uma página, seja de um site ou de um blog, é um trabalho que demanda muito tempo e dedicação de seus autores. Seja na formatação, hospedagem, criação de conteúdo, mas, principalmente, através de sua divulgação, com a sua otimização, inclusão em ferramentas de busca, etc.

Além do mais atualmente muitos autores têm nas suas páginas da Internet uma fonte, senão principal, pelo menos auxiliar de seu sustento, seja através da venda direta de publicidade, ou, ainda, através de uma vitrina para a divulgação de sua atividade profissional.

Portanto determinar o bloqueio de uma página pessoal, de um blog, ou mesmo de um site social, como o Orkut, o YouTube ou o próprio Twitter pode repercutir em um sem número de vidas, com conseqüências às vezes muito mais nefastas do que permitir que se divulgue uma cena mais quente protagonizada por uma atriz em local público, ou uma personalidade falsa, a qual, via de regra, pode ser percebida pelos próprios usuários.

Ademais é perfeitamente possível, sem que se afete a liberdade de informação dos usuários da rede – direito fundamental, aliás -, identificar os autores de atos ilícitos na rede, o que demanda apenas um pouco mais de informação ou, no caso de o magistrado com esta não contar, se poderá valer de um especialista, um perito ou experto.

Saiba mais, e acompanhe nos muitos blogs que estão comentando sobre isso, segue o link para página no Google com resultados e links sobre o assunto: Bloqueio Twitter. E lembrem-se de espalhar.

Ponderações sobre a sociedade, o judiciário, a Automattic e a web.

A possibilidade do bloqueio do WordPress.com no Brasil, os apelos contra o bloqueio, e a Carta Aberta à Automattic/Wordpress que escrevi (Open letter to Automattic and WordPress Team – WordPress blogs block), vem tendo uma repercussão tímida, mas interessante por ser variada nas posições, no perfil dos comentadores e por ter chegado a um nível internacional.

Andei lendo discussões, manifestações, debates e ponderações, sobre a sociedade, o sistema judiciário brasileiro, o ciberespaço e o papel de empresas como Automattic nisso tudo (Segundo o G1, andam fazendo o possível para evitar este bloqueio) e compartilho convosco alguns destes textos bacanas, que, espero, dê margem a mais debate e fundamento à ações.

Os Juízes e a Conectividade, Direito e Trabalho

Dr. Jorge, o Steve Jobs do Judiciário, juíz gaúcho que mantém o ótimo blog Direito e Trabalho (rasgação de seda sincera, não é jabá!), escreveu:

Contudo o que ocorre é que os fatos sociais sempre precederam as modificações legislativas e jurisprudenciais até porque o Poder Público não tem a mesma agilidade que a sociedade e leva um tempo, verdade que às vezes muito grande, para acompanhá-los.

Todavia há sérias iniciativas voltadas a modificar tal situação, ademais de uma pequena força de magistrados, antenados com as novas tecnologias e seriamente dispostos a estudar os seus fenômenos, de modo a dar respostas compatíveis com esta realidade.

[...]

Não apenas se pode, mas se deve exigir do Poder Judiciário uma maior aproximação com as novas realidades. Todavia não se pode admitir que as grandes empresas de informação se abstenham integralmente de sua responsabilidade no que diz respeito à utilização de seus espaços para a prática de crimes. É importante que os juízes atuem com bom senso no que diz respeito, principalmente ao bloqueio geral do acesso à Internet, mas, por igual, é necessário que as empresas que disponibilizam tais serviços desempenhem seu papel com responsabilidade, dispondo-se a colaborar com o Poder Público na prevenção e punição dos ilícitos praticados através dos meios que colocam à disposição dos usuários.

Como sempre, aprendo com o texto do doutor e mantenho minha esperança ao saber desta “pequena força de magistrados” interessados em manter-se atualizados e relevantes. E aproveito para fazer uma pergunta: “A ponte da amizade, que separa o Brasil e o Paraguai, é usada por muito muambeiro, mas também por muita gente ‘de bem’. Culpemos a ponte e a fechemos para se fazer justiça?

É uma comparação bem porca, feita numa das conversas informais e galhofeiras que temos aqui na empresa, mas é consonante com a dúvida levantada em um comentário ao texto do Doutor Jorge:

Vejamos os jornais. Pegue o jornal de hoje ao seu alcance e abra na seção de classificados. Estará vendo um crime sendo cometido á luz do dia e todos os dias. Facilitação á prostituição.

Já vimos na imprensa grandes estelionatos sendo praticados, cujo agente disseminador do golpe é o classificado de jornal.

Não se atribui aos jornais responsabilidade alguma por esses crimes. Se a pessoa que comprou o anúncio forneceu dados falsos para que não pudesse ser localizada, o jornal não tem nada a ver com isso, afinal alega-se falsidade ideológica por parte do cliente do jornal.

E nunca, nunca um jornal (ou revista, que é mais perene) foi recolhido por isso. O raciocínio é punir quem cometeu o delito, o comprador do anuncio classificado, não o veículo.

Justiça 2.0, em Brasil 2.0, blog de Cid Torquato no IDGNow!

O texto escrito por Cid Torquato é de agosto de 2007, e apesar de se notar referências à Cicarelli e ao possível fechamento do Google, é muito pertinenente, principalmente considerando as cabeçadas do legislativo e judiciário em relação às eleições e WordPress.com:

E, no Brasil, honestamente, não precisamos de reformas na legislação, como pregam muitos, nem mesmo da informatização do judiciário, como se desculpam outros, embora, é claro, acompanhar a modernização social e tecnológica é obrigação de todas as organizações, inclusive e, talvez, principalmente, do Estado.

Em grande medida, precisamos que os juízes, desembargadores e ministros se dêem ao trabalho de trabalhar oito horas por dia, como qualquer outro funcionário público, e deixem de se considerar pertencentes a uma casta especial …

… Há exemplos de sobra, embora exceções, de que, com um mínimo de boa vontade, é possível mudar este quadro. Conheço juízes que, mesmo sem o apoio de seus tribunais, investiram, muitas vezes do próprio bolso, em computadores e impressoras, conseguindo transformar suas varas em exemplo de eficácia, dignidade e respeito ao cidadão. Mas esses, muitas vezes, acabam virando párias, “problemas” e vítimas, enfrentando a oposição dos demais, sendo preteridos em promoções e penalizados pela contrastante eficiência.

É o caso de um desembargador, amigo meu, que, como presidente de um tribunal, nunca conseguiu promover uma sessão plenária totalmente digital, já que uma parcela significativa de seus pares se recusava a usar os notebooks que lhes foram comprados para esse fim, deixando-os intocados em suas caixas ou, mesmo, vários deles, entregues a filhos e parentes, para uso particular.”

Why Aren’t You Concerned? (Porquê você não está preocupado, em português)

Lorelle Van Fossen, fotógrafa, blogueira e especialista em wordpress, publica, em inglês o texto WordPress.com Banned Again: Why Aren’t You Concerned?, e pondera sobre o papel da Automattic e dos blogueiros nesse assunto todo, inclusive chamando a atenção de todos o que não se manifestaram em relação ao bloqueio do wordpress na Turquia e a censura na China.

Segue um trecho do texto original, em inglês, e aqui o link para a versão traduzida pela ferramenta de idiomas do Google.

I agree bloggers should have the right, and time, to defend themselves, which WordPress.com staff does provide, as long as the issue is between WordPress.com and the blogger directly, and/or another blogger. [...] When possible, WordPress.com bloggers are given every chance to make appropriate changes, but if you are blatantly doing wrong, they have a fast trigger finger on the Delete Blog button, which is why WordPress.com continues to get the highest ratings and honors as a clean, splog-free blog service.

[...]

I believe that WordPress.com should only be liable for the amount you pay to blog on WordPress.com. From a business perspective, that’s common sense.

However, I believe that WordPress.com should continue to stick to its high moral standards for running a clean blog hosting site and take responsibility for helping individual blogs in these cases. Whether they agree or not with the courts ruling, WordPress.com must provide information to the courts on how to block individual and specific WordPress.com blogs. This allows the ruling to target the accused and not penalized a huge community of bloggers – in any language.

E Lorelle aponta o dedo para os blogueiros e pergunta: Eu acho que o blogueiros se tornaram apáticos. O que aconteceu com o altruísmo e usar os blogues como plataforma de suporte à liberdade de expressão e aos blogueiros em todo o mundo?

I think bloggers around the world have become apathetic. Lazy. Uninspired. Dumbed down. Honestly. When the term echo chamber was coined, it was a good label for all the regurgitation of content spread all over the web, drowning individual voices. Self-interest blogging is pervasive. What happened to altruism and using the blog publishing platform to support freedom of speech and bloggers around the world?

On freedom of speech, judges, borders, boundaries and blogs. Em NV1962.

Já NV1962 (que não sei se é homem, mulher ou um robô, por causa do nome em código) escreve um post, discordando da Lorelle (e de um monte de gente) e levantando pontos importantes na discussão, argumentando sobre liberdade de expressão, fronteiras e quem culpar. Ainda não sei se concordo ou discordo dele/ela e pretendo debater as opiniões e argumentos futuramente num post, mas justamente por levantar tantas reflexões, texto vale a pena ser lido agora.

É muito grande para eu escolher apenas um trecho, por isso, sugiro que os leitores que possam ler em inglês, leiam o post original. Para os que não leêm inglês, mas português, clique aqui para ler uma versão traduzida automaticamente pelo Google.

Para não ficar sem comentar nada sobre este texto, reproduzo aqui um trecho aqui:

“… I argue that to blithely slam a judge in Brazil, …, unfairly penalizes Brazilian judges by a misguided class bully…”

Faço uma tradução livre:

“Eu argumento que “bater” num juiz no Brasil, penaliza injustamente os juízes brasileiros por causa de um colega desvirtuado…”

E digo:

NV1962. Infelizmente, o desvirtuamento e o despreparo frente às mudanças sociais e tecnológicas parece ser a regra no Brasil, e não a excessão. Pode ser normal, como pondera o estimado Dr. Jorge, mas infelizmente no Brasil parece ser mais lenta e dolorosa.

Por ora é só, mas quando encontrar mais textos relacionados e interessantes, vou publicando. Agora, finalizo aproveitando para fazer um mea culpa e fazer um pedido aos blogs brasileiros e também de outros países:

Deixemos de nos preocupar somente com nosso umbigo e nos interessemos mais pela liberdade de imprensa, de informação e expressão em outros países, pois o termo aldeia global, apesar de soar como clichê, é cada vez mais verdadeiro: os problemas que enfrentamos são semelhantes e é importante que a opinião pública mundial se mobilize em favor de direitos fundamentais. Lembrando que, como Bruce Sterling bem apontou, independente da fronteira geográfica ou legislativa que nos limite, o ciberspaço extendeu nossa área de atuação e influência.

Não espere um problema como esse acontecer em seu próprio país para se preocupar, refletir, se manifestar e agir.

‘braços

Celso Bessa