Beethoven e Gary OIdman

Trecho tocante, embora um pouco piegas, de Minha Amada Imortal (Immortal Beloved, Bernard Rose, 1994), com Gary Oldman como Ludwin Von Beethoven. Com direito à Ode à Alegrei (An Die Freude), da Nona Sinfonia.

Fueda.

Muppets, Muppets, Muppets – Beaker canta Beethoven

Mais uma vez, deixo claro minha admiração pela competência técnica da Jim Henson Company e o quanto sou fã do trabalho do finado Jim Henson, especialmente Os Muppets.

Beaker cantando (ou solfejando) Ode à Alegria, de Beethoven
(Muppet Beaker sings Ode to Joy, by Beethoven

30 dias para a Alemanha e contando

…se não sais de ti, não chegas a saber quem és … é necessário sair da ilha para ver a ilha…
(José Saramago, O Conto da Ilha Desconhecida)

Se você entrar no meu perfil, verá que está escrito Germanófilo. Aliás, está escrito em português, inglês, e alemão.

Não sei porquê e não sei quando começou essa paixão pela Alemanha.

Talvez tenha sido aquele episódio do desenho Pica-Pau “chamando o Dr. Hans Chucrute“, talvez tenha sido uma propaganda dos motores Kohlback (“coloca o língua no céu da boca e diz: kohhllllllllllback”), talvez a seleção alemã de futebol na Copa de 1986, a bandeira estilosa com aquela águia mal-encarada no meio (agora é sem a águia, que é o brasão de armas do país), o Kraftwerk, Beethoven, Bauhaus (a escola) e a história do design, aquele oba-oba todo sobre a ossada do Dr. Josef Mengele nos anos 1980 ou algo no gênero.

O fato é que sempre tive uma queda pela cultura e história alemã, pelo idioma e pela psicologia do povo alemão. Há muito quero conhecer a Alemanha e em 30 dias, estarei lá, realizando o sonho.

E as pessoas perguntam: por quê Alemanha?

A resposta mais honesta é: Ich weiss nicht! (Eu não sei!)

Já dei diversas respostas para essa pergunta, enumerando N motivos para gostar da Alemanha e provavelmente todas são verdadeiras. A mais freqüente é que acho que são povos muito diferentes, e ultrapassar as diferenças entre as pessoas e povos é um dos assuntos que mais me interessa. Mas só isso não se justifica.

De qualquer forma, pretendo descobrir mais sobre os motivos dessa paixão a partir de 26 de dezembro, quando serei o guia oficial da Ulrike – minha amiga alemã de Frisenheim e escritora do Honeymood - pelas ruas de São Paulo, dos meandros do ser paulistano e das feijoadas com caipirinhas e cerveja gelada da maior cidade brasileira. E na sequência ela será minha guia pelos caminhos da Alemanha, do povo alemão, e também dos vinhos e cervejas alemãs, afinal, além de riqueza cultural, se há algo que estes povos tão diferentes compartilham é o gosto pela boa comida e pela boa bebida.

E podem acreditar que vou brindar cada descoberta, seja gastrônomica, etílica, cultural ou pessoal.

Prost! Saúde!