Morre a Pin-up Bettie Page

bettie-page-em-pose-masoquista

Bettie Page –  cujo nome você também pode encontrar gravado como Betty Page e que é provavelmente a pin-up mais fotografada da história e a maior influência no visual de 9,5 de 10 moderninhas, modernetes e descoladas de franjinhas em baladas e festas em São Paulo como Party Íntima, Astronete, Funhouse, CB Bar, Inferno, StudioSP, Vegas, Matrix e afins  -  morreu ontem, em Los Angeles.

Estou certo que após enfeitar baralhos, pôsteres e sonhos de garotos e marmanjos e deixar sua marca no mundo – influenciando a sociedade de forma poderosa – se existir céu e inferno, Bettie irá enlouquecer anjos e demônios com a beleza e sensualidade que lhe era característica.

Abaixo, segue notícia no Estadão e link para o Bettie Page Memorial.

Obrigado, Bettie.

Pin-up Bettie Page morre aos 85 anos nos EUA

Ex-modelo e atriz americana é considerada uma das pioneiras da revolução sexual que explodiria nos anos 60

Bettie Page, em uma de suas poses clássicas de biquíni dos anos 50 LOS ANGELES – A ex-modelo e atriz Bettie Page, cujas fotos ajudaram a desencadear a revolução sexual dos anos 1960, morreu na noite desta quinta-feira, 11, em Los Angeles, aos 85 anos, informou seu agente, Mark Roesler, em um comunicado. Ela morreu de pneumonia em um hospital da capital da Califórnia. No dia 2 de dezembro, ela havia sofrido um ataque cardíaco, não recuperou a consciência e permanecia internada.

A partir de 1950, Bettie Page passou a ser a modelo mais fotografada do mundo, especialmente de biquíni e lingerie. Sua imagem virou febre e foi estampada nas cartas de baralhos e álbuns. Na época, seus pôsteres sensuais decoravam os quartos dos jovens.

Ela posou para a página central da Playboy em 1955, e fez várias poses sadomasoquistas. Bettie passou décadas em reclusão, lutando contra problemas mentais, e emergiu convertida ao cristianismo evangélico. Desde os anos 90, Bettie page concedeu algumas entrevistas, mas nunca se deixou fotograr.

fonte: Estadão.com.br

Tecnologia e habilidade social como base da evolução

Não sou muito chegado em copiar notas inteiras, mas essa precisa ser colada.

A Internet está provocando uma mudança evolutiva
(Blue Bus)

Pesquisadores da UCLA, University of California, Los Angeles, afirmam que os cérebros de ‘nativos digitais’ estao se desenvolvendo para lidar de maneira mais eficiente com as tarefas de pesquisar e filtrar uma grande quantidade de informaçao. E também tomam decisoes mais rapidamente. Por outro lado, o comportamento dessas pessoas está mudando padroes do cérebro, prejudicando as habilidades sociais dos ‘heavy users’ de internet e até mesmo propiciando um aumento em condiçoes como Attention Deficit Disorder (em português, Transtorno do Déficit de Atençao com Hiperatividade). Para os pesquisadores, há uma “mudança evolutiva” ocorrendo. O neurocientista Gary Small acredita que na próxima geraçao “aqueles que realmente estarao na liderança serao os que tiverem muita habilidade com tecnologia e tambem nas relaçoes pessoais”. Noticia do PDA, blog do Media Guardian.

Mas não foi sempre assim, desde a aurora do homem? Como bem ilustrado no genial 2001 – Uma Odisséia no Espaço, de Arthur C. Clarke e Stanley Kubrick? (cena abaixo)

Pertinência e relevância na mídia publicitária

Ontem vi uma nota no BlueBus sobre Mídia em Cinema, com um profissional que faz parte do grupo ” exibidores e operadores da comercializaçao” clamando por mais investimentos em publicidade em cinema e usa o argumento de que 53% da população brasileira freqüentam o cinema.

Sinceramente, acho que falta o pessoal pensar mais em pertinência e relevância, como disse Felipe Iacoca em outra nota, também no Blue Bus hoje, e um colocar um freio nessa ânsia de mídia em todo lugar, de toda forma. O Felipe coloca isso muito bem:

” Sob esta lógica, 70% assistem novela, 53% vao ao cinema, 40% usam internet e 100% declaram utilizar papel higienico, entao vamos aumentar 1000% o investimento em mídia para cobrir TODO o share. Mídia nao é só alcance, nao é nada alcance, e sim relevância e pertinencia… Midia em banheiro já existe, caixa de pizza, mas no papel higienico… Estou ligando hoje na Melhoramentos e na Kimberley para fazer uma parceria. Cada folha uma logomarca. 100% de alcance. Meu Deus!!!”

(na nota , no Blue Bus)

Spaceball Toilte Paper, no filme SOS Tem um Louco Solto no Espaço (Spaceballs)

Spaceball Toilte Paper, no filme SOS Tem um Louco Solto no Espaço (Spaceballs)

Pois é. Me lembra o SOS – Tem Um Louco Solto no Espaço (Spaceballs), que ironiza o exagero de merchandising (product placement?) de Star Wars, colocando o logo do próprio filme em todo canto, inclusive no “Papel Higiênico Oficial do Filme“.

E convenhamos, com a quantidade de propaganda antes de cada filme em certas sessões, cinema deveria tornar-se serviço público. Depois, neguinho não entende porquê marketeiro virou palavrão e porquê ganham espaço a pirataria e o download de entretenimento em canais-extra oficiais (me recuso a chamar uma pessoa física que baixa um filme para entretenimento pessoal de pirata).

Menos galera, menos.

Baixa porta e vambora

apagamos a luz e demos descarga. Vamos fechar logo a porta e ir embora.

Manchete na home do Estadão.com:

PM entra em confronto com policiais civis em SP

Civis estão em greve há um mês; tiroteio aconteceu durante manifestação no Palácio dos Bandeirantes

Comentário de Tutty Vasques:

Mocinho x Mocinho

Confirmado: São Paulo não precisa de bandido!

É mais um duro golpe no crime organizado.

Definitivamente, reformar o país não dá mais, o negócio é demolir, implodir e começar de novo.

Foto abaixo!

“Terceiro mundo vai explodir, quem tiver de sapato não sobra!”
(frase do filme O Bandido da Luz Vermelha, na música Pegue Essa Arma, do finado IRA!)

Policia Militar Entra em Confronto com Policiais Civis em São Paulo.

Manchete Estadao.Com.Br: Polícia Militar Entra em Confronto com Policiais Civis em São Paulo.

Discutindo a eficiência da Internet no Mix de marketing

[atualizado em 03/10/2008 Às 15h58]

Meu timming foi quase perfeito. Esse post esteve aqui em draft por alguns dias e só agora há pouco finalizei.

Dai que acabei de ir ao blog do Michel Lent para mencionar o post e vi que ele fez uma palestra que justamente discute alguns pontos que coloquei nesse post, durante o Digital Age, intitulada. Aliás, a apresentação está disponível lá no Viu Isso?. Aproveitem!

 

Dias atrás perguntei no Twitter se alguém tem alguém conhecia alguma pesquisa comparando retorno de mídias on e offline. A idéia é estudar a eficiência da web em relação a outros meios de comunicação, marketing e publicidade e discutir a distorção entre investimento e resultados nessa estória.

Pois hoje eu li no Viu Isso?, do Michel Lent Schwartzmann uma pesquisa que alimenta a discussão. O post é sobre uma pesquisa da eMarketer sobre como jovens americanos conhecem novos produtos e apresenta o gráfico abaixo:

Pesquisa Emarketer Sources Used to Leearn About New Produtcs

Pesquisa Emarketer Sources Used to Leearn About New Produtcs

No gráfico, publicidade e conversar com amigos foram as formas citadas por 62% e 61%, respectivamente. Enquanto websites institucionais ou de produtos ocupam 23%, outros sites 22% e blogs 7% e em cima disso comecei a especular:

Se blogs, brand website e “others sites” recebesse o mesmo volume de investimento financeiro e atenção que publicidade tradicional, não chegaria bem perto ou ultrapassaria bem perto os “líderes” Shopping/Browsing e Advertising com uma relação custo/benefício muito maior?

Pensemos: 7% dos blogs é mais que 10% do valor percentual de propaganda (65%). Acredito que o volume investido no primeiro não chegue a 3% do que é investido no segundo.

Continuando, Brand website aparece com 22%. E por experiência própria, sei que o valor investido não chega a 5% do que normalmente é investido em propaganda. E mais, o que é investido em Other sites (consideremos de mídia social, publicidade online, sites afins, internet press releases a links em sites de parceiros e assuntos relacionados ao produto).

E especulo um pouco mais: qual o custo e qual o ROI efetivo de ações online bem posicionados e outdoores, mídia externa, TV?

E estou querendo saber de quantidade de consumidor engajado, indo à loja, comprando, número reais e relevantes (não aqueles números criados pelo David Copperfield) ou mera medição de buzz, que muitas vezes só vende ego e a própria agência em Cannes.

Exemplificando, no A Vida Secreta, de junho de 2008 para cá, ocorrerm 3 ações promocionais: 2 publieditoriais e 1 “combo” conto + reviews: Um publieditorial para a Pantene, um para um site de relacionamentos e o combo para um fabricante de acessórios eróticos. Todas as ações com boa visitação, todos com uma média razoável de tempo gasto na página (ou seja, o usuário realmente tomou conhecimento do produto) e tiveram uma taxa de conversão (pessoas indo ao site destino da campanha, a partir do post) acima de 10% no primeiro mês e 5% após isso. Com detalhe de que a ação continua enquanto o site continuar e que a pertinência da ação e adequação ao nicho do site aumenta exponencialmente a chance de atingir consumidores qualificados e interessados no produto/serviço.

gora, a pergunta: um comercial de TV na Globo (brigando com o TiVO e o Zapping), um anúncio de página dupla na Veja (concorrendo com outras 70 páginas de publicidade) ou um outdoor em ponto nobre demandam quanto de investimento e geram quanto de engajamento (e faturamento, afinal) do cliente desejado? E se compararmos o alcance dos meios? E a audiência bruta, aquele monte de gente vendo o nome de sua empresa, marca, produto ou serviço? (Aliás, o Michel questiona essa desproporção entre investimento e visibilidade em websites numa das edições do PodCrer)

E a pergunta filha: não passou da hora do mercado repensar a sua lógica e seu funcionamento?

Pensem nisso agências, produtoras e anunciantes.

‘braços

PS: onde lemos “Talking to friends” está incluso conversar através de serviços como MSN Messenger, Google Talk, Meebo e redes sociais como Orkut, LinkDin, Via6, et cetera?