Acabei de ver no blog Webjornalismo, de Cláudio Toldo, um documentário bem bacana sobre o Haiti: Ban Bagay Haiti. O documentário é produzido pela Agência Brasil e registra o cotidiano da moradores da maior favela de Porto Príncipe, que dão sua voz e emprestam sua imagem para mostrar um ponto de vista diferente do usual em matérias jornalísticas sobre o Haiti, resultado do trabalho de uma equipe diversificada: jornalistas, cinegrafistas e fotógrafos.
Pensei em colocar o vídeo aqui no blog para assistir, mas é melhor ver lá no blog e aproveitar para ler outros posts interessantes que servem de apoio à disciplina Webjornalismo, da qual Cláudio é docente:
Web-documentário sobre o Haiti
Depois, aproveite e leia e mais sobre o projeto no website do documentário:
Bon Bagay Haiti na Agência Brasil
‘braços





Publicado por aloisiomilani em 30, 11, 2007 às 0:45
Caro Celso Bessa,
Obrigado pelo link do documentário. Escrevi um making off dele em meu blog. Segue o endereço:
http://aloisiomilani.wordpress.com/2007/10/17/bon-bagay-haiti-making-of-da-reportagem/
Até, Aloisio Milani
Publicado por Celso Bessa em 30, 11, 2007 às 1:06
Cara. Eu adorei o documentário.
Se o único porém para mim foi o título de web-documentário – pois eu creio que dizer que é web limita o assunto e o discurso ao meio – este foi compensado e sobrepujado pelo bom uso da palavra multimídia.
Em um seminário que participei num curso técnico, meu grupo propós que o termo multimídia fosse utilizado para descrever qualquer forma de comunicação onde dois ou mais tipos suporte ou linguagem diferentes agissem em conjunto de forma que o discurso fosse dependente dos suportes ou fosse radicalmente modificado sem um deles. Caso da Ópera que é mais que um teatro e mais que a música erudita em só, caso do Cinema quando deixou de ser um simulacro de imagens em sequência e ganhou legendas (filmes mudos) e som. E caso do documentário do Haiti, onde as imagens em vídeo e principalmente as fotos ganham um novo contexto devido à narração e sons gravados no ambiente. A própria edição do vídeo, onde em alguns pontos fazem uma espécie de “travelling” ou close nas fotos, muda o discurso. E eu acho que isso fortaleceu deu uma característica muito forte ao documentário, que poderia ter na sua curta metragem um ponto fraco.
Valeu pela visita, pelo comentário, parabéns e espero ver novos trabalhos em breve.
Paro por aqui ou vou tangenciar e viajar demais.
‘braços
Publicado por aloisiomilani em 30, 11, 2007 às 3:24
Sensacional… bem legais suas observações… a gente tem buscado muito a discussão do termo “multimídia” também em nossa produção de jornalismo… fizemos isso na Agência Brasil, de onde saíamos em outubro. Eu, André Deak (www.andredeak.com.br), Rodrigo Savazoni (www.savazoni.com.br) e Spensy Pimentel. Depois de sairmos ainda foi publicado um hipervídeo sobre a luta dos quilombolas.
http://www.agenciabrasil.gov.br/grandes-reportagens/2007/10/16/grande_reportagem.2007-10-16.3152825702/grandes_reportagens_view
Mas, agora, futuros trabalhos devem demorar um pouquinho até a gente se acertar na vida… kkkkkkkk… até, Aloisio
Publicado por Fabiana em 30, 11, 2007 às 9:15
Não fui ao blog ver o texto, mas que bom que tu voltou, Celso…
Que tal um texto sobre o sumiço? Algo especial o motivo ou só ocupações de sempre?
Publicado por Celso Bessa em 30, 11, 2007 às 9:39
As ocupações de sempre adicionadas a projetos novos!
Publicado por Ulrike em 1, 12, 2007 às 15:22
Oi Celso,
o seu blog e o web-documentário me falam….!!!
Mesmo se não é pra já, sei que nada no UNIVERSO acontece por acaso!
Beijos
Bee
Publicado por Fabiana em 3, 12, 2007 às 8:58
Projetos novos… Soa tão importante!
Sucesso!
Publicado por Celso Bessa em 3, 12, 2007 às 9:58
É importante, mas é algo pequeno, pode até crescer, soou com muito mais pompa do que deveria!
Sucesso para nós!